
Dezenas de estudantes ocuparam nesta quinta-feira a famosa torre inclinada de Pisa, na Toscana, centro da Itália, para protestar contra a reforma universitária prevista pelo governo de Silvio Berlusconi. Os estudantes abriram uma faixa no penúltimo andar da torre com a frase "Não à reforma".
Em outras cidades italianas, milhares de estudantes saíram às ruas pelo segundo dia consecutivo para protestar contra a reforma do ensino superior prevista pelo governo de direita.
Em Florença foram registrados confrontos e vários estudantes ficaram feridos. Em Roma nenhum incidente foi anunciado.
Confrontado pela crise econômica, o governo italiano adotou várias leis em dois anos de mandato que terão como efeito o corte de nove bilhões de euros e de 130 mil postos de trabalho na educação nacional, entre 2009 e 2013.
Os críticos afirmam que o objetivo principal é a economia, como por exemplo com a não renovação dos contratos fixos de milhares de pesquisadores.
A reforma universitária deve ser votada em 30 de novembro pela Câmara dos Deputados. O documento pode voltar ao Senado para uma terceira e última votação, caso o texto adotado pela Câmara seja diferente do votado há alguns meses pelos senadores.
9 comentários:
A nossa foi pintda por um membro da classe trabalhadora: o garçon.
=]
Mas tinha toda uma equipe de apoio... rs...
hahaha.. eu ri!
A-D-O-R-E-I
uahauahuahauahauha
Ae Alex
é lá na cidade dos Médici...
imagine substituir garçom da família maringaense por garçom da família Médici??
C aprendeu a envenenar né??
o lance do anel lá
rsrs
Opa! tive uma boa professora! rsrsrs
http://www.nodo50.org/insurgentes/textos/cultura/11terrorismopoetico.htm
Ahum.. a conjuntura é a mesma.. espero q voces não peguem dinheiro do DCE para irem fazer revolução na Itália!!!!
Fazer revolução na Itália? Valeu pela piada!
O DCE não é revolucionário meu caro, ele não tem o mínimo poder de transformar a sociedade. Olhe para o movimento operário, o movimento camponês, talvez aí você encontre o potencial de transformar a sociedade. O que o DCE pode fazer é mudar um pouco a UEM, e isso com a participação ampla dos estudantes.
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