segunda-feira, 22 de outubro de 2012

DCE REALIZARÁ CEEB EM 27 DE OUTUBRO

GESTÃO DCE MOVIMENTE-SE UEM  2011-2012 CONVOCA OS CENTROS ACADÊMICOS OU REPRESENTANTES DE CURSO PARA


    

 CONSELHO ESTUDANTIL DAS ENTIDADES DE BASE- CEEB


 A SE REALIZAR no dia 27/10
ÀS 14H
  no R.U!

 Pauta:

-Informes;
-Comissão Eleitoral;
-Prestação de Contas

sábado, 6 de outubro de 2012

Mobilização e conquistas estudantis no período da greve


O ato e assembleia dos estudantes do dia 27 de setembro marcou o último momento do levante estudantil no período de greve dos servidores técnicos da UEM.
Lamentamos o fato ocorrido durante o ato, que surpreendeu e constrangendo a todos lá presentes, mas que não comprometeu o encaminhar das questões pertinentes a nossa mobilização, podendo assim finalizarmos nossa assembleia com importantes deliberações.
No ato, tivemos notícias que demonstram a força e a necessidade da mobilização estudantil: nos foi anunciado que, ainda este ano, teremos um total de 89 professores efetivos nomeados; 16 servidores técnicos efetivos; a ampliação do R.U no campus sede e a readequação do restaurante no campus de Umuarama; por fim, a aprovação da construção da Concha Acústica, em uma única fase. As questões pontuais de nossa pauta também foram atendidas: nenhum bolsista-trabalho e monitor foram prejudicados, todos receberão o mês de setembro integralmente; os bolsistas auxílio alimentação receberão em dinheiro pelos dias sem R.U. Garantimos, desta forma, o mínimo de assistência estudantil que temos na UEM. Vitória dos estudantes!!!
Por fim, a assembleia tirou os próximos passos de nosso movimento, que deve finalmente extrapolar os muros da UEM e expandir para todas as IEES do Paraná. Tiramos a construção de um abaixo-assinado, pontuando as reivindicações que são calcadas nas necessidades, e elas avançam: Contra os cortes, por mais verbas para o ensino superior público; Contratação de docentes e técnicos efetivos, assim como a abertura de novas vagas - concursos; Autonomia das IEES, revogação imediata do Meta-4! Além disso, deliberamos por construir a mobilização no sentido de ir a Curitiba, até o Palácio do Iguaçu, durante as discussões do orçamento, que proporciona meios para ver as reivindicações atendidas.
Vimos que nós estudantes em movimento, somos fortes. Avançamos de modo surpreendente, mais ainda temos muito que avançar! A luta em defesa da Universidade Pública, gratuita e de qualidade continua. Com estudantes das Universidades Públicas paranaenses juntos, rumo à Curitiba!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Informações da PEN sobre as aulas.


Sobre a postura da pró-reitoria de Ensino e Pesquisa (PEN), frente às demandas dos alunos em relação à continuidade das atividades da graduação.

Em um conversa realizada hoje, 25 de setembro de 2012, alguns membros do DCE foram à PEN para angariar informações que dizem respeito à situação dos alunos que, com a finalização da greve dos funcionários, querem respostas acerca de reposições de aulas, conteúdo programático devidamente trabalhado, bem como faltas e/ou presenças em aulas que não aconteceram, devido à paralisação de muitos cursos. A pró-reitora nos informou que uma reunião do CEP (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão) acontecerá nesta quarta-feira, 26 de setembro, para que o conselho discuta sobre a possível flexibilização do calendário acadêmico, bem como a delimitação do que será considerado como aula dada ou não, em meio ao período grevista.
E, como “medida” mais pontual e imediata, aconselhou-nos, e acredita que tal recomendação é viável, o bom senso tanto de docentes, quanto de alunos, deve existir. Os professores têm autonomia sobre suas aulas, ou seja, nenhuma legislação da UEM garante a existência (ou não) de um quórum mínimo de alunos para que a aula seja considerada dada. Porém, acredita que com uma postura do conselho (CEP), que não pode ser revogada pelos docentes, o prolongamento do calendário acadêmico, mesmo que breve, ocorrerá. Ou seja, professores e alunos devem dialogar a respeito das reposições, faltas e avaliações. Algumas situações serão balizadas pelo conselho, assim que este definir certos critérios em relação ao restante do ano letivo. Ressaltamos que em reunião na quinta-feira passada (13/09), a vice-reitora Neusa Altoé nos disse que sem aluno não há aula. Mas de fato isso se dá muito mais por uma questão de bom senso como já citado, já que não há resoluções gerais na universidade que definem isso. Portanto, esperamos que o resultado desta reunião seja positivo e que vise o respeito que tanto os alunos almejam, pelo direito que têm de reivindicar junto ao corpo docente de seu curso seus direitos.

Ato pela cobrança das nossas reivindicações!!!


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Projeto Nem 1%


Vídeo feito por uma galera disposta a se movimentar por suas convicções!
Informação sobre o que está acontecendo na UEM de forma clara, bem humorada e muito bem produzida!

Parabéns às meninas e meninos do "Nem 1%"!!!




domingo, 23 de setembro de 2012

Nota sobre o ATO EM DEFESA DA UEM


Dando continuidade ao processo de mobilização dos estudantes, na última quinta-feira, 20 de setembro, realizamos um Ato EM DEFESA DA UEM. Este processo foi iniciado na sexta-feira, 14 de setembro, com a convocação de greve estudantil em Assembleia Geral e, durante toda a semana, foram feitas assembleias em vários cursos e centros de ensino para avaliar a situação particular de cada caso e levantarmos a discussão sobre os problemas que cada curso enfrenta. Em alguns cursos e centros houve a adesão à greve, outros não viram a possibilidade de aderirem pois, de alguma forma, não estavam "sentindo" a greve dos servidores por motivos como departamentos que possuem as chaves ou contrataram chaveiros para abertura de blocos e salas, assim como a limpeza (feita por terceiros ou pelos próprios estudantes, etc), mas em TODAS as assembleias foi deliberado apoio ao movimento e à greve dos estudantes. Todos reconheceram a necessidade e importância da mobilização estudantil para trazer a tona os vários problemas que vivenciamos todos os dias na UEM, e avançarmos em nossas reivindicações.

No ATO, estavam presentes mais de 250 estudantes do campus sede e dos campi regionais (Umuarama e Cianorte) que seguiram pela UEM, saímos no portão da rua 10 de maio e caminhamos em protesto pela av. Colombo até a reitoria e lá nos encontramos com os servidores que acompanhavam a reunião do COU (Conselho Universitário) com o reitor, Julio Prates Filho, e a vice-reitora Neusa Altoé. Foi um momento importante de diálogo direto com os servidores que falaram aos estudantes e ficaram muito gratos pelo nosso apoio a suas reivindicações. Porém, foi um momento importante por colocarmos em debate nossas pautas específicas. Durante a Assembleia Geral após o Ato, construímos uma pauta* mais geral dos estudantes e entregamos em mãos ao reitor e vice-reitora que se comprometeram a dar um parecer na próxima quinta-feira, 27 de setembro. E nós, mais uma vez, estaremos reunidos e mobilizados para cobrar o parecer e o posicionamento da administração da UEM perante tantos problemas que assolam toda a universidade e que, não de hoje, os reivindicamos.

Agora, e até dia 27, é preciso que cada curso construa suas pautas e traga suas reivindicações para se somar a pauta mais geral dos estudantes e assim, juntos, avançarmos nas demandas mais amplas e também em pontos mais específicos de cada curso.

Convidamos tod@s para participar de mais um ATO, dia 27 de Setembro, com concentração no DCE a partir das 14hr, para cobrar nossas pautas!



*Pauta de reivindicações entregue e assinado pelo reitor, Julio Prates Filho, no dia 20 de setembro:
  • Exigência do atendimento imediato das reivindicações dos servidores em greve para o restabelecimento de normalidade: com o funcionamento da BCE, R.U e DAA sem terceirização;
  • Por mais verbas para a educação pública, contra cortes de verbas;
  • Contra a precarização e terceirização da universidade;
  • Licitação da 2° fase da casa do estudante e política de ampliação de assistência estudantil;
  • Contratação imediata de professores e funcionários;
  • Por infraestrutura adequada nos campi sede e regional;
  • Autonomia universitária, Revogação imediata do META 4! ;
  • Paridade já! ;
  • Recebimento integral da bolsa-trabalho pelos estudantes no período de greve;
  • Transformação da bolsa-trabalho em bolsa auxílio-acadêmico, por critério socioeconômico;
  • Implementação de 50 bolsas-alimentação no campus sede e 15 em cada campi regional. Imediato recebimento de cestas-básicas pelos estudantes bolsistas durante o período de greve
  • Construção de Restaurantes Universitários nos campi regionais;
  • Estrutura física para cada entidade do Movimento Estudantil;
  • Garantia de transporte para os campi regionais.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sobre a abertura dos portões da UEM

Na manhã desta sexta-feira, dia 21/09, os portões da UEM estavam todos abertos, o que fez muitos pensarem que a greve dos servidores havia acabado.
Pois bem, ocorreu na realidade que, a mando da Reitoria, a Prefeitura do Campus terceirizou chaveiros para abrir os portões.

A greve dos servidores continua! Somente a assembleia deles que pode suspendê-la.

A situação no momento é essa: os Conselhos da UEM, majoritariamente composto por docentes, pressionam a administração (reitoria) para que esta garanta as condições necessárias à universidade , fazendo-a funcionar normalmente. Pressionar para que essas condições sejam concretizadas pressupõe apenas 2 saídas, 1) obrigar que os grevistas da zeladoria FUREM a greve; 2) TERCERIZAR tais setores.
E, pelo que os conselhos e o reitor estão apontando, a 2ª opção é a escolhida. Essa é a situação, a Reitoria  utiliza recursos (DINHEIRO) da UEM para contratação de serviços! Dinheiro que poderia, aliás, deveria ser investido em infra-estrutura, materiais, e outras formas de melhorar as condições para um ensino de qualidade, poderá ser destinado à empresas privadas, em uma tentativa ofensiva de desmobilizar e desrespeitar a greve!

É essa Universidade que queremos? Uma administração que ignora a greve dos servidores e gasta o dinheiro público para contratar chaveiros? Que empurra nossa universidade diretamente às empresas privadas, terceirizando setores tão importantes para o funcionamento da instituição???
Pense...

A luta deve ser de tod@s! É a luta pela universidade plenamente pública e de qualidade!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Carta à Comunidade UEM


Carta a Comunidade UEM: ESTUDANTES EM GREVE

Estimad@s Trabalhadores e Estudantes da UEM,

Na última sexta-feira, os estudantes, reunidos em Assembleia Geral, convocaram uma Greve Estudantil em apoio à greve dos funcionários, sendo retirada uma proposta de que cada centro e entidade poderia fazer sua própria assembleia discutindo a adesão à greve. Os motivos que levaram, nós estudantes, a fazermos isso se dão através de dois momentos distintos.
Num primeiro momento, as condições que a greve impõe ao funcionamento da universidade não possibilita que possamos ter aulas em condições normais. E não faria o menor sentido que encarássemos essa situação culpando os servidores, tão importantes para o funcionamento da nossa instituição. Parece-nos claro que, em uma situação como essa, é a intransigência do governo do Estado, que mostra descaso, se recusando a atender as reivindicações dos grevistas, que deve ser responsabilizado.
Em um segundo momento, mobilizações como essa, mostram a todas as categorias da universidade, a verdadeira situação precária para a qual, cada vez mais, estamos caminhando. Cada vez mais a universidade pública é estrangulada financeiramente pelo governo do Estado, não conseguindo, na maioria das vezes, nem arcar com suas próprias despesas. Isso se reflete principalmente na precarização dos contratos de trabalho dos funcionários públicos aqui lotados (tanto professores como funcionários), e no progressivo abandono do primado da qualidade em função da economia e da privatização. Para darmos um exemplo que demonstra bem essas duas questões, basta relembrarmos que o quadro de funcionários públicos atual da universidade há muito deixou de ser aumentado, mesmo com o aumento do número de cursos. Muito pelo contrário. O número de funções dos funcionários públicos aumentaram, enquanto o salário permanece o mesmo.
Para os estudantes isso se reflete também nas condições de ensino que a universidade não nos proporciona. Cursos novos sem salas de aula, sem laboratórios, sem professores. Ausência de uma moradia estudantil (Casa do Estudante). Estrutura do R.U. insuficiente para atender a demanda. Biblioteca insuficiente. Corte nas bolsas, e por aí vai.
A nossa mobilização, nesse momento da história da UEM, é legítima e necessária. A universidade não só deve combater a sua precarização e privatização, como deve sempre se mobilizar para exigir do governo que condições melhores de estudo e de trabalho sejam implantadas. Para os estudantes, se abster desse processo de mobilização que os funcionários iniciaram, significa se abster de, de alguma forma, trabalhar para reverter esse quadro, e isso em si já é um posicionamento político contra a universidade pública, não importa como ele seja justificado.
Nesse momento estamos nos reunindo nos nossos espaços de discussão: Centros Acadêmicos, Assembleias e Reuniões e etc., e queremos, junto a professores e funcionários, construir uma grande pauta a ser exigida do governo do Estado, que é o principal agente da privatização e da precarização na nossa universidade. Estamos todos no mesmo barco, um barco cheio de buracos e que , se não fizermos nada, vai aos poucos terminar de afundar.
             
Até o momento aderiram a GREVE (por ordem de adesão): CTC - Umuarama, Educação Física, Economia, Arquitetura e Urbanismo, Comunicação e Multimeios, Artes Visuais, Geografia, Centro de Ciências Humanas, Centro de Ciências da Saúde.

Estão agendadas Assembleias:
Centro de Tecnologia - Quarta-feira (19/09) às 17h30 no D-67
Centro de Ciências Exatas - Quarta-feira (19/09) às 17h30 no DCE
Centro de Ciências Biológicas - Quarta-feira (19/09) às 17:30 na Praça da Biologia

Convidamos tod@s a se somar ao ATO EM DEFESA da UEM, às 15h saindo do DCE. Na sequência será realizada Assembléia Geral dos estudantes, às 17h30 em frente à Reitoria.

UEM em GREVE: Beto Richa a CULPA é SUA!