Sobre o congresso da UNE e a UJS. Vale a pena...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
novas idéias, velhos problemas.
Uma das características principais da CHAPA 1 Movimente-se UEM! É ter por objetivo a descentralização do DCE, através de reuniões abertas, freqüentes, ampliando assim o exercício democrático da gestão do Diretório Central dos Estudantes, bem como a construção coletiva de idéias e propostas, recebendo de quem quiser contribuir, sugestões rumo a expansão de uma universidade de qualidade.
É o caso do semáforo de pedestres na Colombo. Recebemos a sugestão de uma aluna da pós graduação em biologia, que cansada de ter sempre que correr na avenida – e lembremos, isso acontece com muita gente - procurou se informar e pedir ao DNIT(Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes)de Maringá uma regularização da situação, através, por exemplo,de um semáforo mais adequado. A resposta do órgão é de que apenas com um pedido de representação pública, como uma mobilização do movimento estudantil é que pode ser possível a abertura de um processo para a instalação do semáforo. O que temos visto das gestões presentes para melhorar esses aspectos aparentemente corriqueiros mas que podem ocasionar muitos outros problemas? Pensam em grandes calouradas mas e as pequenas melhorias que podem evitar grandes constrangimentos? Tem propostas? Você, acadêmico, sente-se à vontade para entrar no DCE com alguma certeza de que propostas podem ser ali concretamente discutidas e de que você vai ser ouvido?
Por isso, no dia 24, vote chapa 1 MOVIMENTE-SE UEM!
É o caso do semáforo de pedestres na Colombo. Recebemos a sugestão de uma aluna da pós graduação em biologia, que cansada de ter sempre que correr na avenida – e lembremos, isso acontece com muita gente - procurou se informar e pedir ao DNIT(Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes)de Maringá uma regularização da situação, através, por exemplo,de um semáforo mais adequado. A resposta do órgão é de que apenas com um pedido de representação pública, como uma mobilização do movimento estudantil é que pode ser possível a abertura de um processo para a instalação do semáforo. O que temos visto das gestões presentes para melhorar esses aspectos aparentemente corriqueiros mas que podem ocasionar muitos outros problemas? Pensam em grandes calouradas mas e as pequenas melhorias que podem evitar grandes constrangimentos? Tem propostas? Você, acadêmico, sente-se à vontade para entrar no DCE com alguma certeza de que propostas podem ser ali concretamente discutidas e de que você vai ser ouvido?
Por isso, no dia 24, vote chapa 1 MOVIMENTE-SE UEM!
domingo, 14 de novembro de 2010
Banners da chapa.
SAJ - Serviço Atendimento Jurídico - foi fechado
O SAJ é um escritório de advocacia que atendia a comunidade maringaense desde 1981.
Foi criado pra suprir a falta de uma defensoria pública no estado do Paraná, por isso, atendia gratuitamente cerca de 10 mil pessoas por ano. Em 2005, foi responsável por 90% dos processos criminais na comarca de Maringá, que envolve os municípios de Floresta, Ivatuba, Doutor Camargo, Paiçandu, Maringá e os distritos de Floriano e Água Boa; além de 70% dos processos cíveis.
Acontece que os advogados que faziam parte deste escritório eram funcionários públicos do Estado e não da UEM, e por isso foram gradativamente realocados em outros serviços que também necessitam de advogados, como o Sistema Penitenciário.
O SAJ, além de garantir o acesso de todos ao judiciário, oferecia estágios e oportunidades de trabalho e pesquisa ao Curso de Direito da UEM.
Por isso, convido vocês a lutar pela volta do SAJ, e que ele seja composto por advogados contratados da UEM, e, funcionários e estagiários da UEM.
Parece que será criado um escritório modelo pra substituir o SAJ, porém isso levará tempo, uma vez que não existe nada de concreto ainda à esse respeito.
Texto de LUIZ ANDRÉ - DIREITO.
Foi criado pra suprir a falta de uma defensoria pública no estado do Paraná, por isso, atendia gratuitamente cerca de 10 mil pessoas por ano. Em 2005, foi responsável por 90% dos processos criminais na comarca de Maringá, que envolve os municípios de Floresta, Ivatuba, Doutor Camargo, Paiçandu, Maringá e os distritos de Floriano e Água Boa; além de 70% dos processos cíveis.
Acontece que os advogados que faziam parte deste escritório eram funcionários públicos do Estado e não da UEM, e por isso foram gradativamente realocados em outros serviços que também necessitam de advogados, como o Sistema Penitenciário.
O SAJ, além de garantir o acesso de todos ao judiciário, oferecia estágios e oportunidades de trabalho e pesquisa ao Curso de Direito da UEM.
Por isso, convido vocês a lutar pela volta do SAJ, e que ele seja composto por advogados contratados da UEM, e, funcionários e estagiários da UEM.
Parece que será criado um escritório modelo pra substituir o SAJ, porém isso levará tempo, uma vez que não existe nada de concreto ainda à esse respeito.
Texto de LUIZ ANDRÉ - DIREITO.
sábado, 13 de novembro de 2010
Sustentabilidade, ecologia, biodiversidade
![]() |
| Córrego Mandacaru |
Alinhando assim o cotidiano da universidade com as necessidades globais de sustentabilidade, nós da chapa Movimente-se UEM temos propostas sólidas de política ambiental para nosso campus. Você sabia que entre os dois lóbulos principais do campus sede da UEM passa um córrego (Mandacaru) extremamente poluído? Com uma mata ciliar que chega muitas vezes a não existir ?? Isso dentro do campus universitário. Não é uma vergonha? E por que nunca houve uma iniciativa, nem do atual nem dos antigos DCE’s, para organizar mutirões de limpeza e/ou exigir uma providência cabível da reitoria em parceria com o prefeito para revitalizar a mata ciliar, torná-la digna para o rio e para a diversidade de animais que vivem dele? Partindo da idéia de que o contexto histórico e político do planeta é essencial para determinar as verdadeiras necessidades de gestão do espaço comum dos seres vivos em geral (outros animais e o animal homen), a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como Ano Internacional da Biodiversidade, com o propósito de aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o mundo. Partindo deste mesmo principio pensamos que existe uma grande necessidade de revitalizar e expandir as áreas verdes do campus, transformar as calçadas comuns em calçadas ecológicas e plantar árvores nativas e frutíferas por todo o campus, com o objetivo principal de aumentar a população e a diversidade de aves, insetos e outros animais que se alimentam das frutas, aumentando ainda o bem estar e o contato direto com a natureza, bem como o conforto dos estudantes, professores e servidores da universidade, que poderão desfrutar do privilégio de colher uma fruta madura e orgânica no pé, com apenas a simples medida de plantar mudas de árvores frutíferas ao redor dos blocos e passarelas da universidade. A universidade pública deve ser e de fato é, por excelência, uma fonte de conhecimento, saúde e bem estar, que culminam em manifestações culturais que a sociedade deve ter como exemplo, e não o contrário. Temos que, como universidade, dar o exemplo de que um mundo limpo, saudável e sustentável é possível, começando por encarar com mais seriedade o movimento estudantil, horizontalizando as tomadas de decisão. Não devemos esperar que essas mudanças venham da reitoria ou do governo do Estado. A experiência mostra que nem o governador nem o reitor conhecem ou se preocupam com a universidade como a gente. Para eles, com certeza, como se pode ver pelo histórico das gestões das reitorias de mais de 40 anos, existem outras prioridades políticas e burocráticas para a UEM. O DCE tem sim responsabilidade na política ambiental da Universidade, e até o momento nada foi feito ou dito a respeito.
(Victor - Engenharia Química)
38% de corte nos recursos da UEM?
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Hasta la victoria!
Ola Compas! hehe
Acho que todos sabem... mas.... estou indo viajar hoje e infelizmente volto somente na próxima segunda-feira, dia 22.
Era um compromisso antigo (congresso na Argentina) que nao posso deixar de ir.
Vou feliz... volto em breve.
Boa sorte pra nos e força pra vcs. que essa semana nao sera facil...
Besos, hasta la victoria! hehe
O Bonde quer aparecer na foto, e você? [a luta histórica pela Casa do Estudante]
Nas andanças pela internet, encontramos a seguinte notícia: Lançamento da pedra fundamental da Casa do Estudante, 17/11, às 09h00.
A atividade foi marcada em um encontro do DCE com a reitoria, para o qual dizem ter chamados os Centros Acadêmicos. No entanto, pelo menos os Centros de Filosofia, Ciências Sociais, Letras e Psicologia não foram avisados (a despeito da presença de integrantes destes cursos na cúpula do DCE, e a não ser que se considere, no caso da Filosofia, um tópico no orkut de última hora...). Sabe por quê?
-UEM conclui projeto de moradias para alunos - abril/2008
"Sperandio divulgou o projeto da casa após uma manifestação de cerca de cem estudantes na tarde desta terça-feira, realizada com um carro de som estacionado à porta da Reitoria..."
(http://www.asc.uem.br/cms-clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=1662&Itemid=2)
- Projeto desenvolvido pelo ex-aluno de Arquitetura Rafael Scoaris - 2006
http://www.dau.uem.br/arquivo/tfg/2006/scoaris.htm
- Reunião da reitoria e do DCE (Gestão Caminhando) com a Caixa Econômica sobre o financiamento para a Casa do Estudante
http://dceuem.blogspot.com/2008/05/dce-e-reitoria-se-renem-com-caixa.html
Reivindicada desde 1987, a construção da CEU tem sido adiada há muito tempo. O Bonde se aproveita da rotatividade dos estudantes da UEM para atribuir a si uma conquista que é fruto histórico do movimento estudantil. A reitoria buscava formas de financiamento para a realização da obra, orçada em R$4.000.000,00. Agora, foi feito um financiamento de R$1.000.000,00 para a primeira etapa da obra, e promulgado o Ato executivo 032/2010-GRE ordenando a construção do Bloco M-23, destinado à CEU, limitado pela Rua Alencar Paiva, pela Sede Campestre da ADUEM e pelos blocos residenciais do BNH Maurício Schulmann. Ainda que seja apenas a primeira etapa, depois de começada, a obra não pode ser interrompida, segundo a legislação das obras públicas.
Até que enfim! - os estudantes comemoram.
Contudo, soa extremamente eleitoreiro o Bonde do Amor promover o lançamento da pedra fundamental no dia do debate entre as chapas (quarta-feira próxima), com a notícia saindo em primeira página no site da UEM. Ora, então tudo o que acontece na UEM na época da gestão é graças à esta gestão do DCE? (Aliás, sabemos que é, se até a rede wireless eles alegaram ter conseguido no material da campanha do ano passado, um fato totalmente alheio ao movimento estudantil). Além disso, sabemos que o Ato executivo dependeu de muitas discussões do CAD, das negociações sobre o financiamento e da postura dos professores e funcionários técnico-administrativos que compõe aquele Conselho.
Como para tudo o mais, o DCE sempre fez suas reuniões sobre o assunto a portas fechadas, tendo promovido apenas um Fórum de Assistência Estudantil muito mal divulgado e em horário coincidente com vários outros eventos no campus.
Além disso, e as extensões? Assim como no campus sede, a maioria dos estudantes dos outros campus são de fora, e tal como aqui, sofrem com os aluguéis. A CEU de um campus de extensão teria proporções muito menores que a do campus sede (o mesmo vale para o RU), no entanto, não há ainda nenhuma negociação neste sentido. É bom começar, pois se levar vinte anos como esta...
Por isso, dia 17 estaremos lá para aparecer na foto e comemorar esta conquista para a qual muitos de nós participamos, e lembrar as pessoas que lutaram por isto e não estão mais na UEM para assistir a este momento.
A atividade foi marcada em um encontro do DCE com a reitoria, para o qual dizem ter chamados os Centros Acadêmicos. No entanto, pelo menos os Centros de Filosofia, Ciências Sociais, Letras e Psicologia não foram avisados (a despeito da presença de integrantes destes cursos na cúpula do DCE, e a não ser que se considere, no caso da Filosofia, um tópico no orkut de última hora...). Sabe por quê?
-UEM conclui projeto de moradias para alunos - abril/2008
"Sperandio divulgou o projeto da casa após uma manifestação de cerca de cem estudantes na tarde desta terça-feira, realizada com um carro de som estacionado à porta da Reitoria..."
(http://www.asc.uem.br/cms-clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=1662&Itemid=2)
- Projeto desenvolvido pelo ex-aluno de Arquitetura Rafael Scoaris - 2006
http://www.dau.uem.br/arquivo/tfg/2006/scoaris.htm
- Reunião da reitoria e do DCE (Gestão Caminhando) com a Caixa Econômica sobre o financiamento para a Casa do Estudante
http://dceuem.blogspot.com/2008/05/dce-e-reitoria-se-renem-com-caixa.html
Reivindicada desde 1987, a construção da CEU tem sido adiada há muito tempo. O Bonde se aproveita da rotatividade dos estudantes da UEM para atribuir a si uma conquista que é fruto histórico do movimento estudantil. A reitoria buscava formas de financiamento para a realização da obra, orçada em R$4.000.000,00. Agora, foi feito um financiamento de R$1.000.000,00 para a primeira etapa da obra, e promulgado o Ato executivo 032/2010-GRE ordenando a construção do Bloco M-23, destinado à CEU, limitado pela Rua Alencar Paiva, pela Sede Campestre da ADUEM e pelos blocos residenciais do BNH Maurício Schulmann. Ainda que seja apenas a primeira etapa, depois de começada, a obra não pode ser interrompida, segundo a legislação das obras públicas.
Até que enfim! - os estudantes comemoram.
Contudo, soa extremamente eleitoreiro o Bonde do Amor promover o lançamento da pedra fundamental no dia do debate entre as chapas (quarta-feira próxima), com a notícia saindo em primeira página no site da UEM. Ora, então tudo o que acontece na UEM na época da gestão é graças à esta gestão do DCE? (Aliás, sabemos que é, se até a rede wireless eles alegaram ter conseguido no material da campanha do ano passado, um fato totalmente alheio ao movimento estudantil). Além disso, sabemos que o Ato executivo dependeu de muitas discussões do CAD, das negociações sobre o financiamento e da postura dos professores e funcionários técnico-administrativos que compõe aquele Conselho.
Como para tudo o mais, o DCE sempre fez suas reuniões sobre o assunto a portas fechadas, tendo promovido apenas um Fórum de Assistência Estudantil muito mal divulgado e em horário coincidente com vários outros eventos no campus.
Além disso, e as extensões? Assim como no campus sede, a maioria dos estudantes dos outros campus são de fora, e tal como aqui, sofrem com os aluguéis. A CEU de um campus de extensão teria proporções muito menores que a do campus sede (o mesmo vale para o RU), no entanto, não há ainda nenhuma negociação neste sentido. É bom começar, pois se levar vinte anos como esta...
Por isso, dia 17 estaremos lá para aparecer na foto e comemorar esta conquista para a qual muitos de nós participamos, e lembrar as pessoas que lutaram por isto e não estão mais na UEM para assistir a este momento.
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